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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Ajustando as tags MP3 para aparecerem no display do som do seu carro, via bash/shell

Recentemente um colega precisou ajustar os MP3 dele para que fosse possível ver no display do som do seu carro o nome completo da banda/música. Pois bem, para isso ele utilizou o script abaixo que pega o nome do arquivo e injeta na TAG MP3 do próprio aquivo.




#! /bin/bash
oIFS=$IFS
IFS=$'\n'

find . -name '*.mp3' | while read -r i; do

      TITLE=`basename $i .mp3`

      echo $TITLE

      id3tag --song="$TITLE" $i

done

IFS="$oIFS"


Fica a dica! :)

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Onde encontrar o BrOffice 2.1?

Após algumas rodadas, encontrei a versão que eu estava precisando para fazer uns testes... :)


Como acredito que muitas pessoas também estejam se batendo para encontrar, fica a dica...

>> http://linorg.usp.br/www.broffice.org/stable/2.1.0/

[]'s

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Como compartilhar facilmente sua conexão wireless no Ubuntu 9.10

Esse artigo é uma tradução/adaptação do original "How to easily share your wireless connection in Ubuntu 9.10"

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Usuários do Ubuntu são adeptos a tutoriais e How-tos. Entre a página oficial de ajuda do Ubuntu, os Foruns Ubuntu e a nossa própria Bíblia Ubuntu MakeUseOf, talvez qualquer problema possa ser resolvido. Talvez.

Recentemente eu tentei configurar meu notebook no meu trabalho para compartilhar a conexão sem fio de Internet via Ethernet. Isso pode ser um pouco confuso, então permita-me comentar. Eu trabalho para a "Carbon Neural Computer Repair Company", então regularmente eu tenho computadores de pessoas na minha casa. Eu trabalho nesses computadores em meu trabalho, onde eu não tenho uma conexão cabeada para a internet. Eu no entanto tenho uma conexão sem fios e um laptop com o Ubuntu na minha mesa de trabalho que conecta a Internet.

O que eu precisei fazer foi plugar meus computadores clientes no meu laptop e assim ter acesso a Internt. Quando eu tentei procurar como compatilhar a conexão sem fios nesse sentido, eu primeiramente encontrei um série de instruções enigmáticas - geralmente girando em torno do excelente firewall Firestarter - nehum dos quais funcionou pra mim no Ubuntu 9.10

Mas não se preocupe - esta é uma simles forma de fazer isso, e eu percebi acidentalmente enquanto seguia os vários conjuntos de instruções que encontrei. Como um serviço para a comunidade Ubuntu, este é um simples guuia passo-a-passo de como compartilhar sua conexão sem fios através de sua porta ethernet no Ubuntu.

Passo 1: Edite as Conexões de Rede


No seu painel do topo, ao lado do relógio e no seus ícones de sistema, você verá seu indicador de rede. Quando quando você está conectado na rede sem fios, as barras características dizem a força da sua conexão. Clique com o direito, e então clique em "Editar Conexões".

Passo 2: Edite as Opções de Rede


Na janela que se abriu, tenha certeza que você está olhando para a guia "Cabeada". Então selecione a conexão "Auto eth0" e clique em "Editar".

Alternativamente você pode criar uma nova conexão cliando em "Adicionar", mas, eu achei mais simples apenas alterar a padrão.Apenas não se esqueça de lembrar que você alterou esta configuração no caso de você querer usar a porta Ethernet para acesso à Internet novamente, porque você vai ter que mudá-lo de volta se precisar.

Passo 3: Configurando o Compartilhamento


Aqui é onde o material começa a parecer confuso, mas não entre em pânico: não é assim tão mau. Clique nas "Configurações IPV4". Ao lado da palavra "Método:" existe um menu drop-down que permite que você escolha o modo em que o seu dispositivo Ethernet se conecta à rede. Selecione a opção "compartilhar com outros computadores".

Reinicie seu computador. Assumindo que tudo foi aplicado corretamente, você deverá agora estar apto para conectar qualquer computador a Internet através da sua porta Ethernet do seu laptop.

Conclusão

Esse certamente é um médoto mais rápido e fácil do que os métodos que encontrei procurando por como compartilhar uma conexão sem fios. Então, por que minha exploração dos fóruns e os inúmeros recursos disponíveis para outros usuários do Ubuntu não apontam isso? Bem, tanto quanto eu posso dizer, o compartilhamento de rede só foi tão fácil desde o lançamento do Ubuntu 9.10. Ninguém pediu ajuda em relação a este dado, portanto não há novas informações sobre o fórum, ou os wikis ou os diversos blogs sobre o Ubuntu.

Isso mostra que existe um limite para o que você pode aprender a usar um sistema operacional a partir de fóruns. Compartilhar de uma conexão de rede é muito mais fácil agora do que era há 6 meses atrás, mas porque ninguém está pedindo ajuda em fóruns não consegui encontrar nenhuma evidência de que isso é mais fácil agora - Vi apenas as instruções enigmáticas do passado.

Saiba que eu não quero criticar a excelente comunidade Ubuntu por sua falta de apoio, ao contrário a comunidade é a principal razão que eu uso o Ubuntu. Eu só acho que este é um bom exemplo de uma tarefa relativamente simples, você não pode realmente aprender, pesquisando no fórum.

O que você acha? Existe um caminho melhor para a comunidade Ubuntu fazer encontrar tutoriais como este fácil de encontrar? Se assim for, o que é? Vamos discutir isso nos comentários.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Usando data com 4 dígitos (dd/MM/yyyy) no Wine

Recentemente precisei que o Wine entendesse o formato da data do sistema com 4 dígitos para o ano e 2 dígitos para o dia e o mês. Isso era necessário pois um programa que eu estava rodando através do Wine só funcionava corretamente com essa configuração de data.

Para tal feito, após algumas pesquisas no santo google, descobri que era possível editar a mesma via "regedit".

Pois bem, a solução foi bem simples, bastando seguir os passos abaixo:

1) No terminal do Ubuntu/Linux digite "regedit"
2) Clique em Editar > Localizar
3) Procure pela chave sShortDate
4) Edite a chave e coloque o formato desejado (dd/MM/yyyy)
5) Feche o regedit



Pronto! Agora é só usar!

[]'s

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Contribuindo com um projeto Open Source! - Projeto DDTSS


Você sempre teve vontade de participar de um projeto Open Source? Pois bem, acho que sua hora chegou! :)

Recentemente fui apresentado ao projeto DDTSS - Debian Distributed Translation Server Satellite. O mesmo consiste em um sistema baseado na web que permite pessoas colaborarem com a tradução da descrição dos pacotes Debian.

Apesar de parecer um projeto bem simples, ele é de grande valia para que tenhamos cada vez mais pacotes com descrições em nossa língua nativa.

Para acessar e participar siga o link.

Se você deseja participar e não entendeu bem a dinâmica do sistema, entre em contato comigo que tentarei explicar em detalhes.

é isso, vamos contribuir!

[]'s

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Por que usar MacOs X?

O título acima pode parecer propaganda grátis do Mac/Apple, mas acredite, estou escrevendo porque tenho respondido muito essa pergunta ultimamente.

Isso mesmo, desde que comprei meu mac muitas pessoas já torceram o nariz, e muitas outras me perguntam porque resolvi encarar essa.


A resposta, para ser entendida, merece uma boa explicação, então, de tanto explicar a mesma coisa, resolvi escrever aqui.

Bom, eu costumo dizer que a ascenção natural de um "ser informático normal" é Windows, Linux (Ubuntu geralmente), Linux com Windows emulado e por fim MacOs X. Só em dizer isso muitos já arregalam os olhos ou torcem o nariz, mas a explicação é mais que lógica e normal.


Imagine que praticamente todos os seres que hoje usam computador iniciaram sua vida digital em cima do Windows, salvo claro exceções de pessoas que já tinham uma outra forma de contato direto com outras plataformas, mas geralmente se começa nele. Após o uso exaustivo, e depois de conhecer todos os caminhos e manhas desse SO, eis que o usuário começa a notar que o Windows é bom, isso mesmo, ele é bom até o momento em percebemos que não existe Windows sem Spyware, Vírus, Malwares, ou qualquer outra praga digital, é comum hard users do Windows tirarem um tempinho pra desfragmentar o disco, fazer limpeza do registro, passar um anti-spyware, anti-vírus e por aí vai, não tem como, eu que fui usuário durante um bom tempo sou a prova viva disso.


Depois dessa fase o usuário quer se libertar, e procurando soluções descobre o Linux e tenta recomeçar a vida digital pois é um novo mundo, tudo é diferente, muitos conceitos novos, muitas dúvidas surgem, e nessa hora posso dizer que o Ubuntu tornou muito viável a curva de aprendizado do Linux, obviamente o basicão de que se precisa para usá-lo dia-a-dia.


A fase Linux é muito legal, você descobre que pode viver sem pragas digitais e que os recursos dos seu computador são realmente grandes, 2GB de RAM apenas pra o Ubuntu é um mar quase infindável de espaço disponível, mas nem tudo é um mar de rosas, após descobrir esse novo mundo e de certa forma dominá-lo, o usuário começa a sentir falta de alguns softwares que ele já tinha se acostumado e que até usava profissionalmente, Adobe PhotoShop, Dreamweaver, Flash, Word, Excel, etc, etc... É claro que alguns vão dizer, "ahh, mas existem similares no Linux", e é verdade, pra tudo que temos em outras plataformas o Linux tem um similar, e isso não é ruim, é ótimo, até porque na maioria das vezes é free. O grande detalhe é que apesar das similaridades, você precisa aprender tudo novamente e na maioria das vezes ficar "fora do fluxo", isso mesmo, pois quem trabalha com imagens profissionalmente, quase que não pode sonhar em enviar uma arte feita no GIMP para a gráfica, tem que ser em PhotoShop senão a gráfica não aceita, e assim você começa a perder as esperanças, acha que vai ter q voltar para o martírio do Windows, mas no fim do túnel surge uma luz.


Exatamente! Agora podemos virtualizar computadores dentro de outros computadores. Com tantos recursos de memória RAM e disco disponíveis, a coisa mais simples é virtualizar uma máquina rodando o Windows dentro do Linux usando por exemplo o VirtualBox (um ótimo virtualizador, grátis por sinal), e isso mais uma vez abre um novo mundo, você volta a usar os programas que precisa e fica livre de pragas digitais, pois todo acesso a rede pode ser feito pelo Linux, deixando o Windows apenas para o trabalho real.


Muitas pessoas convivem com isso anos e mais anos, e porque não dizer por toda vida, eu mesmo passei um tempo assim e RECOMENDO SIM para todos que precisam se livrar das pragas, mas precisam ou são obrigados a usar o Windows.

Por fim, chega o MacOS X, e muitos perguntam, "Mas você já tem tudo que precisa no modo anterior Linux + Windows Virtualizado", e a resposta é SIM, COM CERTEZA, mas falta algo, como unir o melhor dos dois mundo de forma real e natural, isso mesmo! Como usar o ambiente "higienizado" mas que rode tudo nativo, sem precisar de firulas ou arrodeios? Simples, use um Mac!


Minha visão do MacOS X é essa, o melhor dos dois mundos, e por quê não dizer dos 3 mundos! :)

Com um Mac você vai poder ter um ambiente .NIX. Isso quer dizer que vai poder usar todo prompt/shell do linux, usar programas compilados com o MAKE e por aí vai. Nele você vai poder também utilizar toda a família Adobe (PhotoShop, Flash, Dreamweaver) e também o famoso pacote Office de forma nativa.



É claro que não existem todos os programas nativos para ele, mas, existem bem mais que no Linux e isso ajuda bastante. E, se por acaso você precisar do Windows ou Linux, basta virtualizar no VirtualBox mais uma vez.


É claro, que ao entrar nessa mais um novo mundo se abre, e posso dizer, você se surpreende muito com o que já existe em um mac, e muitas vezes fica a pensar o porquê de os outros SO não implementarem tais facilidades.

Bom, é óbvio que essa é minha opinião, e cada um tem suas necessidades, tentei apenas mostrar minha visão e como tudo aconteceu no meu caso.

É isso!

[]'s

domingo, 16 de novembro de 2008

Atualizando para o Ubuntu 8.10 - Intrepid Ibex

Depois de quase um mês sem postar nada, estou de volta! :D

Bom, tenho algumas coisas postar e decidi começar por falar sobre a atualização que fiz no meu Ubuntu para a versão 8.10 (Intrepid Ibex).

A atualização foi bem tranquila, bastando seguir o que o site indicava. O detalhe foi que a atualização custou o download de 810MB =/.... Eu sei que não é um horror de bits pra baixar, mas quem possui uma conexão no interior da Bahia de 300Kbps sofre um pouquinho... :D


É isso, por enquanto funcionou tudo redondo e até me parece que foi corrigido um bug (o som parava do nada e não tocava vídeo no browser) que eu tinha aqui no meu PC.

Resumindo, para quem é apenas um curioso querendo aprender algo do linux o Ubuntu é um ótimo começo. ;)

[]'s

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

(RESOLVIDO) gem_original_require': no such file to load -- zlib (LoadError)

Recentemente, depois de atulizar o Rails através do rubygem começou a dar uns paus doidos aqui na máquina... simplesmente comecei a receber esse erro no prompt:

/usr/local/lib/ruby/site_ruby/1.8/rubygems/custom_require.rb:27:in `gem_original_require': no such file to load -- zlib (LoadError)
from /usr/local/lib/ruby/site_ruby/1.8/rubygems/custom_require.rb:27:in `require'
from /usr/local/lib/ruby/site_ruby/1.8/rubygems/package.rb:9
....

Como sempre, depois de uma boa rodada na net, descobri que deveria recompilar e instalar o pacote ruby-zlib. Para isso baixe o pacote aqui, descompacte-o, e depois compile-o com o comando:



ruby extconf.rb

sudo make

sudo make install


A grande sacada é que de cara (pela mensagem que o erro dá) achamos que o problema é com o pacote zlib que geralmente instalamos pelo apt-get, mas, como pode-se notar esse mesmo pacote "tem uma versão" para o ruby, que por acaso tbm está no repositório, mas, não me pergunte o porquê, não influi nem contribui, pelo menos no meu caso.

Pronto! Eis que a casa está em ordem novamente! ;)

terça-feira, 15 de abril de 2008

Treinamento Ubuntu!!!

A notícia é um pouco atrasada, mas vale à pena comentar.

Estava olhando as notícias do site oficial do ubuntu e achei interessante a notícia de título "Canonical Announces Ubuntu Desktop Training".

Acho que até demorou pra sair algo nesse sentido, afinal pra quem está iniciando no mundo *NIX, nada melhor que existir outras formas de adquirir conhecimento além de documentação crua.



O melhor dessa notícia foi o subtítulo "Online Course Designed for Corporate and Home Users", ou seja, não só usuários de casa, mas também empresas entram na jogada.

No mais é esperar o Ubuntu 8.04 que deve sair dia 24 desse mês.

vlw!

domingo, 20 de janeiro de 2008

Agora SIMMMM! ATI Radeon Xpress 200m - Compaq V2000 - Linux Ubuntu

Aê... :D

Hoje ao abrir meu Google Reader tive uma surpresa muito agradável, vi que a ATI tinha acabado de lançar dia 18/01/2008 a versão 8.452.1 do driver para placas de vídeo.


Bom, não contei conversa, fui direto ao site e constatei na "release notes" que a versão Xpress 200 estava na lista das agraciadas com a nova versão.

Daí, fiquei emplogado pra ver o resultado e comecei a ver o que precisava para deixar a belezura do driver e do Compiz-fusion funcionando.

De cara, atualizei meu Ubuntu (já que tinha várias atualizações pendentes).

Depois fui no famoso Alberto Milone pra ver se ele já havia atualizado o Envy, mas depois de baixar e instalar constatei que ainda não estava, ele só disponibilizada até a versão 7.12.


Continuando a cantiga de grilo, baixei o driver direto da ATI e segui os passos que estavam no Wiki, que por sinal já estavam atualizados com a nova versão (os caras são rápidos, :P ainda bem!!).

E tchaRam! Fucionou! ôba! Hhuhhh! Yeah!




Ahh... essas imagens não são do meu desktop não viu.. é só pra demonstrar... :D

Tratei apenas de instalar o Emerald Theme Manager e o "Compiz configuration settings manager" para ter acesso às diversas configurações do Compiz... :D

Wowwww... agora tô feliz... =D

HAhh. quem quiser dar uma olhada em umas demonstrações do Compiz-fusion é só ir no Youtube e conferir.

Hahh.. outra coisa, pra quem não acompanhou essa saga até chegar aqui, dá uma lida nesse post.

Bem, pra não peder mais tempo, deixa eu ir brincar com ele agora...

vlw!

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Começando do ZERO novamente! :D

Fala povo!!! :D

Esse final de semana (Sábado/Domingo - 12/13) resolvi zerar meu notebook novamente... :D Hehehe! Não, não vou tirar o Linux não... O detalhe da formatação foram dois:

1) O tamanho das partições que eu tinha deixado não ficou legal, eu tinha deixado mais para o linux, deixando assim o Windows com pouco espaço. Acabei esquecendo que tenhos ainda muitos projetos em andamento desenvolvidos em Delphi/Windows, ou seja, precisava de mais espaço.

2) Depois de rodar a net procurando prós e contras do Kubuntu / Ubuntu resolvi experimentar o Ubuntu mesmo, pois como já havia visto um comentário em um blog (que não me lembro agora), o camarada falava o seguinte... "O Ubuntu é projeto principal da Canonical, ou seja, Kubuntu, Xubuntu, Edubuntu, Gobuntu... qq coisa buntu... :D é esforço extra da empresa" ... resumindo, o investimento maior é no Ubuntu, e tudo vai rodar mais "redondamente" nele.

Depois disso, acabei vendo um colega aqui do trabalho instalando o Ubuntu no seu Notebook e Voilá... tudo funcionando redondo (inclusive o Compiz).

Então depois dessas análises malucas resolvi encarar uma ZERADA novamente. Pois bem, depois de particionar novamente e intalar o Windows, chegou a hora de instalar o Ubuntu, e...... e aí meu amigo, a paulada foi grande, não sei o que aconteceu mais logo após intalar, ao tentar entrar no Ubuntu a tela ficava preta e nada... Pensei até que fosse o bendito "/etc/usplash.conf" que não estava com a resolução correta, e realmente não estava, mas, mesmo depois dessa alteração continuava a danada da tela preta.

Pressionando "Ctrl + Alt + F1", verifiquei no terminal umas mensagens, dentre elas:

"Starting up...
Loading, please wait...
kinit: name_to_

dev_t(/dev/disk/by-uuid/c7c2ccbc-18c3-4137-9cb2-f5cc7220f73) = sda7(8,7)
kinit: trying to resume from /dev/disk/by-uuid/c7c2ccbc-18c3-4137-9cb2-f5cc7220f73
kinit: no resume image, doing normal boot..."

Ou algo parecido...

Então, mais uma andança na net e vi que não fui só eu que estava com problemas, parece que esse é um bug da versão Gutsy Gibbon, não sei ao certo, mas muitos estão tendo problemas parecidos, e a maioria não conseguiu indetificar o que foi, pra resumir, o que resolveu meu problema "parcialmente", já que ainda apresenta a mensagem mas agora carrega o sistema, foi esse link, que ensina a "recriar" uns arquivos de inicialização, tais como: "fstab", "grub" e "initramfs".

Bom, agora é configurar tudo novamente e aprender um pouco mais sobre o Ubuntu/Gnome.


Ahh.. pelo menos consegui deixar no visual que gosto, barra superior e dock (usando o gDesklets)!!! :D



Vlw!

sábado, 12 de janeiro de 2008

Yakuake no Windows, é possível?

Fala Povo!!! :D

Desde que comecei a usar o Kubuntu, notei a necessidade de sempre estar com o terminal aberto. Notei também a necessidade de acessá-lo rapidamente, foi aí que me indicaram o Yakuake, que, nada mais é que um emulador de terminal que desce do topo da tela (estilo o jogo Quake), tudo isso pressionando F12, simples assim! :D


Bom, resolvi postar sobre o assunto devido duas coisas.

Primeiro, essa danadinho é tão prático que não sei como isso não vem padrão nos sistemas atuais.

Segundo, ele é tão viciante que ao utilizar o windows novamente teclei diversas vezes F12 esperando o terminal aparecer... :D É... o Negócio vicia mesmo! :)

Procurando uma solução para isso (pois não existe Yakuake para o Windows), encontrei duas matérias (1 , 2) que comentavam sobre o assunto.

Daí surgiu (graças a Deus) uma solução. :D

Como pode-se observar nas matérias, o procedimento é bem simples, bastando apenas instalar o AutoHotKey e configurá-lo para abrir o prompt adicionando a seguinte linha no arquivo de configuração do aplicativo.

"$F12::Run cmd"

Pronto! O mundo está a salvo novamente.. :D

Fica então a dica para emular o Yakuake no Windows... =P

Até a próxima!

Flw!

Escutando Third Day...

UPDATE 19/01/2008

Além do Yakuake, existem também outros emuladores de terminal, veja esse Link.
Um outro também conhecido é o Yeahconsole.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

DICA: Criando um projeto Rails 2.0 com MySQL no Windows

Essa semana tive uma experiência com o Rails 2.0 (que ainda não havia testado), mais exatamente o Rails 2.0.2. Bom, o detalhe é que nessa versão o banco de dados padrão agora é o SQLite3 e não mais o MySQL. Devido a isso fiquei confuso por alguns momentos, mas logo descobri do que se tratava.

Para aqueles, assim como eu, que estão se passando ao desenvolver um projeto Rails 2.0 com MySQL, fica então essa dica estilo cookbook :D


Ok, os passos seguintes foram feitos no Windows, pois no Linux não tive problemas (acho que devido a conexão ser via SOCKET), o único detalhe que observei na instalação Linux é que é preciso configurar a variável PATH para o Rails, mas com essa dica e essa aqui vocês desenrolam.

Vamos lá!

1- Baixar e instalar o Ruby (http://rubyforge.org/projects/rubyinstaller/)

1.1- Baixar e instalar o MySQL e o MySQL GUI Tools

MySQL
http://dev.mysql.com/downloads/mysql/5.0.html#win32


>> UPDATE 12/01

Se ao tentar executar o comando "rake db:create:all" acontecer o erro abaixo:

=================================
(in C:/testando)
rake aborted!
syntax error on line 22, col 2: ` host: localhost'

(See full trace by running task with --trace)
=================================



Verifique se o mesmo é causado pela falta de um espaço entre no nome "password" e o password propriamente dito, no arquivo de configuração do banco de dados "database.yml", ou seja, ao invés disso: "password:123" deixe-o assim: "password: 123", resumindo acrescente um espaço depois do dois pontos ":", veja figura abaixo.





Esse errinho básico foi descoberto no nosso "1o Encontro do grupo Ruby de Paulo Afonso", por mim e pelo amigo Igor Oliveira, depois de muito se bater é claro! :D Hah.. só lembrando que isso tudo no Windows... =/

flw!

sábado, 5 de janeiro de 2008

Kubuntu com Ati Radeon Xpress 200M! Ixe! Será que vai?

Antes de mais nada Feliz Ano Novo a todos!!!

É... parece que estou sobrevivendo. :D

Agora depois de 1 semana e meia com o Kubuntu posso contar algumas das minhas aventuras com ele. :)

Bem, essa semana que passou tive uma experiência muito intensa com o sistema, querendo ou não tenho que ver ela com bons olhos pois aprendi bastante. A história é mais ou menos a seguinte...

Ao instalar o Kubuntu, fiquei doido pra fazer funcionar o famoso Compiz-Fusion. Bom, daí começou a minha aventura, pois, a princípio, o Kubuntu não instala os drivers da Ati, devido eles serem proprietários, e é até de se compreender pois no windows não seria diferente, mas, agora na versão 7.10 existe a possibilidade de ativar o driver direto pela opção de "Drivers Restritos", como mostrado na figura abaixo.


Bem, depois de ativar a opção de drivers restritos, já é possível usufruir dos recursos de 3D da placa, que funciona sem problema algum. O detalhe é que com esse programa não é possível rodar o Compiz-Fusion, pois para funcionar ele precisa que uns "detalhes" funcionem, resumindo, podemos dizer que o compiz-fusion só funciona com o XGL ou o AIGLX , e quando rodado sobre o XGL vai se perder performance, pois o XGL roda sobre o OpenGL tornando-se mais uma camada para ser interpretada pela máquina, ou seja, o ideal é rodar o compiz-fusion através do AIGLX que está embutido direto no driver da placa de vídeo, no meu caso uma Ati.

Bom, mas como nem tudo são flores, o driver da Ati ainda está sendo desenvolvido, estando atualmente numa versão denominada 7.12. Apesar do drama todo é possível instá-lo de diversas formas, uma delas (a menos dolorosa) é através do projeto Envy de Alberto Milone. Através dele fica fácil instalar o driver, pois o mesmo se encarrega de baixá-lo direto do site da Ati e fazer todos os procedimentos, inclusive configurar o arquivo "xorg.conf".

Mas, como nada vem de graça, srrsrsrr, no meu caso não funcionou, a configuração do "xorg.conf" deu pau e eu tive que restaurar o backup do arquivo e desinstalar o Envy.

Me restou então instalar "na mão grande". =/

Baixei o driver mais novo direto da Ati (terríveis 46Mb), e segui o passo a passo do wiki do site.

Depois de tudo feito, tchan, tchan, tchan!!!! Funcionou!!!! :D , mas com um pequeno detalhe, ficou com a resolução de 1024x768 e não 1280x768 (como deveria ficar). :(

A princípio parece uma coisa simples, imaginei que pelo xorg.conf resolveria mas nada feito, fiz buscas e mais buscas na Net, encontrei pessoas com o mesmo problema, e então desisti da brincadeira, acabei desintalando o driver e ativando novamente o do repositório. :(

Bom, vou esperar sair uma próxima versão pra ver se resolvem esse detalhe.

Hahh... Se alguém souber uma solução fique à vontade para me falar.. =P

flw!

UPDATE 20/01/2008


Agora foi.. :D olhem isso.

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Linux Chegando


Aê pessoal, olhando agora o site do programa Olhar Digital vi que passou uma matéria sobre o Ubuntu, muito legal... Confiram aqui.